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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

e o grande Rui Gomes da Silva ARRASA Rui Santos e Pinto da Costa!


"HIPOCRISIA? NÂO, OBRIGADO!

O assunto e os hipócritas do “outro lado”, não merecem mais do que esta nota.

Sou do Benfica e – com exceção dos “idiotas úteis” – quero tanto que os outros ganhem como eles desejam que o Benfica vença.

Exatamente o mesmo.

Ou eu – por ser do Benfica (também reconheço que se fosse de outra equipa portuguesa, qualquer que ela fosse, uma declaração dessas seria normal) – não posso dizer o que dizem os adeptos dos outros clubes?

Se um treinador português, ao perder uma eliminatória, com o Benfica, diz que não quer saber da carreira do Benfica porque é do Porto, isso é normal.

Eu é que não posso dizer o que penso, … porque sou do Benfica!

Se um comentador televisivo, que passou uma época inteira a elogiar um treinador que perdeu tudo (exceto um troféu no primeiro jogo da época), lhe atribui o título de melhor treinador do ano, isso é natural

Eu é que não posso dizer o que penso, … porque sou do Benfica!

Se a ex-mulher do Presidente de um clube afirma que ele desejou a vitória da Grécia contra Portugal, no Euro 2004, sem nunca ter sido desmentida, até hoje, isso é curial.

Eu é que não posso dizer o que penso, … porque sou do Benfica!

Se um Presidente de um clube afirma que basta retirar o vermelho da bandeira portuguesa e “é tudo nosso”, isso é banal.

Eu é que não posso dizer o que penso, … porque sou do Benfica!



É verdade que falhei uma previsão tão normal de acontecer quanto as casas de apostas a achavam muito mais possível que a oposta.

É verdade que vencer contra 9 foi tão fácil como era ganhar contra 11 nos tempos do … Apito Dourado.

Já mais difícil, vai ser ganhar, no próximo jogo, a atestar pelos recentes elogios às nomeações vindos daquele lado.

Roma já não é o que era.

E em Alvalade, vencerá o elogio recente e desesperado da dupla que, para “sobreviver”, tem mesmo que ganhar este ano ou quem recorreu aos métodos do Apito Dourado para invocar uma matriz de vitórias repetidas?

Como benfiquistas, sabemos qual é o verdadeiro conceito de Verdade Desportiva!

Como sabemos respeitar nomeações, como a de Tiago Martins, um jovem internacional de elevada qualidade.

O que não seria se esta nomeação tivesse sido feita por Vítor Pereira (então, se enviasse Artur Soares Dias para a Madeira, seria o bom e o bonito)?

Por mim, só me pronuncio sobre atuações, não sobre nomeações.

Mas estou cada vez mais de acordo com o que disse Pedro Proença na sua recente entrevista ao fazer um grande elogio ao excelente trabalho feito pelo o ex-Presidente do CA.

De facto, aquilo que os une (a inveja ao Benfica) é mais forte que aquilo que os separa.

Por isso, somos mesmo MAIORES QUE PORTUGAL.

VIVA O BENFICA!!!"

(MAIOR QUE PORTUGAL, hoje, in "A Bola", pág. 36)

domingo, 27 de setembro de 2015

a graçola de Pinto da Costa...

"Há uma estratégia clara do FC Porto, que usa, como instrumento dessa estratégia, o Sporting. É a história do... Cavaleiro da Triste Figura.

A sorte nos últimos minutos
Não fujo do problema: o BENFICA perdeu um jogo. Mas perdeu, onde, nas últimas seis épocas, apenas tinha ganho uma vez para o Campeonato.
Perdeu, outra vez, nos últimos minutos.
Que nos sirva de lição, para tudo o que resta da época.
Porque, como sempre disse, seria um jogo que contaria para a história do futebol, mas não vaiCONTAR para a história deste Campeonato.

Compras por atacado sem ganhar nada
Sabem o que penso sobre o grau crescente de conflitualidade no futebol português. E mesmo quando ninguém contribuiu, antes do jogo de domingo, para isso, a necessidade do Porto provocar o BENFICA, mesmo depois de ter ganho, atesta o quanto estou certo.
Nem sequer será preciso invocar Voltaire - «Quem se vinga depois da vitória, é indigno de vencer» - para os classificarmos na hierarquia do género humano (porque, sobre isso, estamos conversados).
Confirmando o que penso, já depois do jogo de domingo, Pinto da Costa afirmou que «o que falta ao Benfica, sobra ao Sporting - Jorge Jesus».
Não passa de mais uma graçola, mas confirmando tudo aquilo que tenho denunciado nos últimos tempos: há uma estratégia clara do Porto, que usa, como instrumento dessa mesma estratégia, o Sporting.
Numa versão portuguesa e (muito pouco) moderna do livro de Miguel de Cervantes: El Ingenioso Hidalgo de Don Quijote de la Mancha... ou a história do Cavaleiro da Triste Figura...
É público e notório que o Porto precisa de ganhar... pelo investimento feito nas últimas 2 épocas, em particular, e pela aposta, pessoal, do seu Presidente, num treinador que teima em pôr os cabelos em pé aos fiéis adeptos daquele emblema.
É público e notório que o Porto - e, muito em particular, o seu Presidente - terão de provar que todas as contratações feitas nestas três últimas épocas, sem nada ganhar, só serão justificadas com o Campeonato, este ano.
É, ainda, público e notório - do que se tem visto, neste início de época e ao longo de toda a temporada passada - que o Porto não convencer com o seu jogo, sendo disso exemplo as opções do seu treinador, que, não raras vezes, são veemente contestadas pelos seus adeptos.
Por esses motivos - públicos e notórios - e como precisa urgentemente de ganhar, o Porto tem de apostar fortemente na estratégia em que tem vindo a insistir, desde o fim da época passada.
Só não vê quem não quer ver ou... quem anda distraído!
Por diversos meios (declarações, entrevistas, blogues, etc.), a estratégia passa, essencialmente, por ataques violentos à arbitragem, por tudo e por nada, mesmo quando são beneficiados, como aconteceu no domingo. 
Estão contra os árbitros e contra Vítor Pereira, em particular, porque sonham com as nomeações de outros tempos.
Mas, perceberam que uma estratégia deste tipo só condiciona se tiver a participação e o empenho do seu dirigente máximo.
Por isso o Presidente fala, sempre, para enquadrar as escolhas, para anunciar o que quer e o que espera quem não quiser o que ele anuncia.
Essa estratégia, imoral nos seus pressupostos, é capaz de tudo e do seu contrário: não é escrutinável porque no futebol não há memória.
Por isso se admite, sem qualquer contraditório de jornalistas e analistas que temem a violência, que Artur Soares Dias tenha passado de árbitro muito contestado, incompetente mesmo, a... árbitro adorado.
Não estranhei a ausência de críticas à sua nomeação, como não estranhei a ausência de cartões vermelhos quando Maxi e Maicon recorreram à mais pura agressão.
O que estranharia era eles terem ficado em campo, se fossem... do BENFICA!!!
Na verdade, fiquei com a certeza de que eles, como jogadores do Porto, sabiam o que podiam fazer... 
Porque sabem até onde podem ir... E podem ir muito longe, porque nenhum dos seus comportamentos - nenhum, mesmo - é sindicável (como o seria no BENFICA e, diga-se, em abono da verdade, no Sporting). 

Um aliado tipo 'pau para toda a obra'
A estratégia poderá, de facto, ter sido urdida com cuidado. Mas peca por defeito! Porque nada chegará para disfarçar a grande falha do Porto e que desde a época passada se tem tornado no maior dos seus problemas: a contratação daquele treinador.
Não querem (ou não podem)REPARAR directamente essa falha.
Pelo que tentam, apenas, disfarçá-la, com um investimento louco e desesperado e com constantes ataques e condicionamentos da arbitragem.
Por muito que isso custe, a quem (situando-se nos meus antípodas) vive o Porto com paixão de adepto (mesmo aqueles que perdem tempo a insultar-me, o que aqui, publicamente lhes agradeço).
Como se tem visto, neste início de época e ao longo de toda a temporada passada, o Porto não tem um treinador como... eles gostariam!
Por isso, como disse e repito, durante esta época (como no fim da de 2014/15) ao mínimo deslize ou imprevisto - é só uma questão de tempo - a culpa será de Vítor Pereira, preparando, assim, a segunda vaga de assalto; tipo wehrmachtalemã (confesso não ser piada aos 6-1 de Munique da época passada).
Mas essa estratégia precisa de um amigo em Lisboa... embora com um problema existencial entre mãos: um treinador que se acha maior do que tudo onde está - quase maior que o seu próprio ego - e um Presidente que pensa, para com os seus botões: «Com aquilo que lhe pago, até com os juniores tem que ser Campeão.»
O Sporting, ao contrário do Porto, não me parece ter qualquer estratégia.
Limita-se a seguir os acontecimentos, a cavalgar as ideias que surgem, o que, algumas das vezes, merece a simpatia e a complacência que temos para com os... românticos (em termos literários, como é evidente). 
Mas quase se confunde com o Porto, na ânsia de, juntos, evitarem a conquista do Tricampeonato pelo BENFICA!
A luta pelo campeonato - nunca é demais repeti-lo, para que esteja bem presente nas nossas mentes - não é a três, como seria suposto, mas, evidentemente, a dois.
Porque, para os outros dois, a nossa derrota serve... só depois se preocupando em cuidar de quem ganha. 
O que levará - não se admirem dentro de poucos dias a que o Sporting também culpe... Vítor Pereira (até do caso Carrillo ou dos desaires na Europa)!

A organização do Benfica
Perante tudo isto... «parece que o mundo inteiro se uniu para nos tramar», como canta Rui Veloso? Não acredito, e mesmo que assim fosse, temos de vencer esse mesmo mundo.
Não numa afirmação contra a conspiração de mais uma guerra das estrelas(cadentes e decadentes) mas com a capacidade e a organização do BENFICA.
Se assim não for, eles ganharão.
Mas - pior - voltaremos ao princípio, com mais dificuldades e menos tempo para recuperar.
Por isso, o melhor é ganhar.
Pelo BENFICA."

Rui Gomes da Silva, in A Bola